Uma rede pioneira em saúde masculina, perdendo espaço para concorrentes digitais e desacreditada de terceirizar o marketing. Refizemos a operação do zero, com campanhas segmentadas por praça, por tratamento e por intenção, e um contrato atrelado ao resultado. Em nove meses, os agendamentos mensais cresceram mais de 11 vezes e a receita mensal, mais de 5 vezes.
O cliente
A Boston Medical Group é uma rede internacional de clínicas especializada em saúde masculina, pioneira no segmento no Brasil. Atua em várias praças e construiu, ao longo de décadas, reputação de referência em tratamentos voltados ao bem-estar e à qualidade de vida do homem.
O desafio
- Espaço perdido. Novos entrantes, clínicas de telemedicina e concorrentes com estratégia digital agressiva tiraram mercado aos poucos. O marketing estava estagnado e os resultados, em queda.
- Agendamentos em patamar baixo. O volume mensal de consultas era muito baixo, e a receita acompanhava.
- Mídia sem segmentação. A operação era centralizada, sem separar praça, tipo de tratamento ou nível de intenção do público.
- Confiança abalada. Experiências ruins com agências anteriores tinham feito a marca desacreditar da terceirização de marketing, no Brasil e na operação mundial.
- Meta só de faturamento. A demanda era 100% de performance: mais consultas agendadas e mais receita, sem espaço para métrica de vaidade.
A solução
Operação segmentada em três camadas
- Por praça: cada região passou a ter campanhas próprias, com orçamento, criativos e landing page dedicados à realidade daquele mercado.
- Por tratamento: prioridade aos tratamentos de maior valor, com investimento proporcional ao potencial de receita de cada um.
- Por intenção: campanhas para três perfis de público (quem busca tratamento, quem pesquisa medicamentos e quem ainda está descobrindo o problema), cada um com abordagem, criativo e oferta próprios.
Canais e ferramentas
- Mídia paga: Google Ads e Meta Ads, com estratégias distintas por objetivo e etapa do funil.
- Landing pages: páginas de destino feitas para conversão, separadas por praça e tratamento.
- WhatsApp: novo canal de contato direto, que acelerou a resposta e tirou atrito do agendamento.
- CRM integrado: campanhas ligadas ao sistema de gestão da clínica, com rastreio do lead até a consulta.
- Painel em tempo real: acompanhamento transparente das métricas e decisão rápida.
- Produção de conteúdo: gravação de vídeos e peças criativas para alimentar as campanhas.
Contrato atrelado ao resultado
O modelo comercial precisava refletir o foco em faturamento: fechamos um acordo de success fee, com os incentivos alinhados à performance real.
Os resultados
| Indicador, em nove meses de operação | Resultado |
|---|---|
| Agendamentos mensais de consulta | mais de 11x (+1.036%) |
| Receita mensal | mais de 5x (+413%) |
- Os agendamentos saíram de um patamar baixo para um fluxo consistente e escalável.
- A receita cresceu mês a mês e se estabilizou em patamar elevado.
Por que funcionou
- Incentivos na mesma direção. O success fee amarrou a remuneração à performance real.
- Estratégia granular. Trocar a abordagem genérica pela segmentação por praça, tratamento e intenção foi o ponto de virada: a mensagem certa para cada público, no momento certo.
- Ecossistema integrado. Mídia, landing pages, WhatsApp, CRM e painel funcionando juntos, cada peça alimentando a outra.
- Ajuste rápido. O acompanhamento em tempo real permitiu realocar verba e otimizar as campanhas continuamente.
O principal aprendizado
A Boston Medical chegou desacreditando de quem terceiriza marketing. Ceticismo se responde com resultado medido no faturamento: quando estratégia, execução e incentivos andam juntos, os números falam por si.
